«Como o sol é vento limpando nossos cinzentos
Num advento
A cada aurora, renovando-nos
Como a gota do orvalho
Que renasce como símbolo do renascimento
E as plantas que abrem-se a cada segundo sem medos
A cada momento
Sem olhar ao tempo, e sentindo cada pormenor
Á brisa que ao de leve beija-nos o rosto
Ao sorriso que nos volve a esperança
Ao abraço do olhar terno
E a vida se vai escrevendo, se vai transpondo como o nosso livro
As nossas páginas
Que são apenas páginas, apenas nós
Que precisamos de nos tornar as nossas próprias palavras
E nunca a dos outros
Ou do tempo que nos leva quem somos.»
ZC - 15/12/2009
Hoje um dia do teu ser
Dias e mais dias
como a senda da vida, que é o ser após cada minuto
Astuto, cada recolher de sentidos e sentimentos
Como alimentos da alma, que nos faz humanos
Ilustramos, uma mensagem calorosa
um abraço terno, barrando de energia aquilo que és
E voas pelos pés,
sonhando em ser mais e melhor a cada dia.
Obrigado a todos.
ZC - 08/12/2009
como a senda da vida, que é o ser após cada minuto
Astuto, cada recolher de sentidos e sentimentos
Como alimentos da alma, que nos faz humanos
Ilustramos, uma mensagem calorosa
um abraço terno, barrando de energia aquilo que és
E voas pelos pés,
sonhando em ser mais e melhor a cada dia.
Obrigado a todos.
ZC - 08/12/2009
Cinzento também é vida
Tanto cinzento que nem procurar se consegue
Uma luz, nem que seja pequena…
Mas o que é luz senão o cinzento perplexo em cada recanto de cor.
Que mais vida não é a chuva troteando as colinas abaixo
Que mais é amor, senão o calor nestas insígnias no seio desta ventania.
Que mais não é um olhar doce, que aquele que acolhe perante sol ou sem sequer tempo.
É tudo o que a vida é,
Na chuva, e sem frio
Ou com sol e muito quente.
É tudo o que a alma conseguir dar,
Sempre sem deixar de procurar no segundo seguinte
Como tudo aquilo que te fizer de teu ser.
ZC-05/12/2009
O ser
«A nobreza do ser é o dedilhar do pensar da tua alma»
Deixo esta reflexão no messenger, como que parafreseando a minha condição em cada aurora. Mas o grande problema por vezes é saber da tua alma, a sua essência e toda o rebordo que ela concerne. Ouvir o que temos cá dentro, o que somos e deixar que a caneta escreva pelo pensar. O pensar é o humanizar da alma, o reportar a nós mesmo que somos um corpo mas em diferenciação de um ser irracional.
E em sociedade accionamos essa mesma humanização accionando a forma caracteristica do ser social que é alterando-nos em função daquilo que os outros são ou provocam em nós... nada que nos corroia a alma, apenas é o dedilhar do pensar desta. E o pensar desta é fluida e desenvoltante perante aquilo que nos chega do exterior mas jamais altera o centro de nós mesmos e aquilo que somos.
O dedilhar desse pensar é que que nos faz nobres porque tomamos em nossas mãos e nossas acções aquilo que somos sempre com a mesma essencia fluindo e bailando neste lugar em que tudo é por vezes um nada cheio de tudo.
Apaziguantes saudações cordiais.
ZC - 23 de Novembro de 2009
Deixo esta reflexão no messenger, como que parafreseando a minha condição em cada aurora. Mas o grande problema por vezes é saber da tua alma, a sua essência e toda o rebordo que ela concerne. Ouvir o que temos cá dentro, o que somos e deixar que a caneta escreva pelo pensar. O pensar é o humanizar da alma, o reportar a nós mesmo que somos um corpo mas em diferenciação de um ser irracional.
E em sociedade accionamos essa mesma humanização accionando a forma caracteristica do ser social que é alterando-nos em função daquilo que os outros são ou provocam em nós... nada que nos corroia a alma, apenas é o dedilhar do pensar desta. E o pensar desta é fluida e desenvoltante perante aquilo que nos chega do exterior mas jamais altera o centro de nós mesmos e aquilo que somos.
O dedilhar desse pensar é que que nos faz nobres porque tomamos em nossas mãos e nossas acções aquilo que somos sempre com a mesma essencia fluindo e bailando neste lugar em que tudo é por vezes um nada cheio de tudo.
Apaziguantes saudações cordiais.
ZC - 23 de Novembro de 2009
Ponto de luz
Hoje vou deixar aqui este pequeno som com a letra incorporada.
Que é para ti,
para teu olhar doce que me envolve e faz ser mais a cada dia.
Obrigado
E estarei sempre aqui como ponto de luz e me guiando por ele que és tu.
«Escutando no vento...
Tua voz secreta...
Que me sopra por dentro
Deixa me ser só seu...
No teu colo eu me entrego,
para que me nutras
E me envolvas ,
deixa me ser só seu ...
Um ponto de luz .,
que me seduz,
aceso na alma...
Um ponto de luz que me conduz,
aceso na alma...
Por trás dessa nuvem,
Ardendo no céu
O fogo do sol...
eternamente quente.
Liberta me a mente,
liberta me a mente ....
Um ponto de luz que me seduz aceso na alma
Um ponto de luz que me seduz aceso na alma»
Que é para ti,
para teu olhar doce que me envolve e faz ser mais a cada dia.
Obrigado
E estarei sempre aqui como ponto de luz e me guiando por ele que és tu.
«Escutando no vento...
Tua voz secreta...
Que me sopra por dentro
Deixa me ser só seu...
No teu colo eu me entrego,
para que me nutras
E me envolvas ,
deixa me ser só seu ...
Um ponto de luz .,
que me seduz,
aceso na alma...
Um ponto de luz que me conduz,
aceso na alma...
Por trás dessa nuvem,
Ardendo no céu
O fogo do sol...
eternamente quente.
Liberta me a mente,
liberta me a mente ....
Um ponto de luz que me seduz aceso na alma
Um ponto de luz que me seduz aceso na alma»
Cada um no seu momento
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«Sempre a soprar
A voar que nem mosquitos livres e tão livres na imensidão do poente
Muito quente,
Sempre viajando por planícies de um mar que tem todo a mesma água
Que sopro, são os pensamentos como leves folhas escritas pelo salitre desta aurora
Outrora e sempre nos guiaremos pelas inconsequências
Do acto nobre e complexo de a inconsciência humana
Por vezes insana
Se levando para uma comporta pesada e barulhenta do mal
Muito descomunal
Se importada para o padrão de paraíso que é o bem.»
Apaziguantes suadações cordiais
Só para ouvir
Hoje sem palavras, sem pensamentos, só para ouvir, só para sentir.
Uma paz..
Apaziguantes saudações cordiais
Uma paz..
Apaziguantes saudações cordiais
Caminho...

Que redundante caminho, apenas numa vista de tunel!
Apregoado lá nos confina, apenas repararás nos grãos que pisas. Esses são os que te sustentam a caminhada, os que o fazem menos corrente, os que nos assistem nas quedas, os que nos catapultam para o proximo passo.
Qual será o proximo passo?
O mesmo que dei nos ultimos mil? Apenas aquele que muda, que nos faz mais sabedores da estrada, mais cofidentes com as ervas que nos acompanham, mais sobrios do fim da caminhada.
Será o fim, todo aquele que preconizam? Se apenas o que nos resta é dar o passo seguinte... continuar a dar o passo, pensando, alimentado-nos com a lua nua que nos quer no regresso.
Para mim tudo é como um regresso, porque todo o homem haje como se fosse indo para tudo aquilo novo que mais o fascina. E o regresso não é mais que voltar à nossa casa, à nossa condição de ser humano que requer aconchego.
Regressa, pelo teu caminho...não à morte [que é nos está destinado pela acto de nascer], mas regressa à tua vida, em cada passo da tua caminhada [mesmo que numa consciência inconciente e/ou ireflexão reflectida].
Apaziguantes saudações cordiais
ZC - 07 de Outubro de 2009
Somos muito na nossa pequenez
Vou transcrever um texto que já escrevi há bastante tempo. Não é nada de especial, apenas uma pequena mensagem sobre a importância de cada um de nós neste mundo. Somos todos diferentes, e somo muito pequenos neste enorme mundo, mas somos especiais, temos o nosso valor, é só descobrir e ir à descoberta.
«Esta tarde é tão cheia
cheia de tanta coisa, mas só vejo um pouco
porque pouco chega até mim
ou sou eu que não chega aquele tudo.
Sou tão pequeno
no meio deste mundo todo.
De tanta coisa, que sou apenas um milímetro
um milésimo de um grão de areia
quase me resumo a nada,
mas sem mim,
sem esse milésimo de grão
a areia da praia não era igual
E sem todos esses pequenos
esse tudo seria um nada
Por essa pequenez
faz-me sentir alguma coisa
e por vezes muito!»
ZC - 04 de Outubro de 2009
«Esta tarde é tão cheia
cheia de tanta coisa, mas só vejo um pouco
porque pouco chega até mim
ou sou eu que não chega aquele tudo.
Sou tão pequeno
no meio deste mundo todo.
De tanta coisa, que sou apenas um milímetro
um milésimo de um grão de areia
quase me resumo a nada,
mas sem mim,
sem esse milésimo de grão
a areia da praia não era igual
E sem todos esses pequenos
esse tudo seria um nada
Por essa pequenez
faz-me sentir alguma coisa
e por vezes muito!»
ZC - 04 de Outubro de 2009
Expõe [te]
Replica
Se te explica cada franja de palavras espelhando teu agudeza
Eleva a voz sem rudeza
E expõe como a palha no lençol amarelo de terra
Teus olhos, viverão de tua verdade como na serra
É um verde concomitante
De esperança
Espirra
Essas ideias sem dose, sentindo-as como mirra
Atravessa cada encosta
E olhar
Como a sobreposição de ti mesmo na verdade.
Zc - 25 de Setembro de 2009
Se te explica cada franja de palavras espelhando teu agudeza
Eleva a voz sem rudeza
E expõe como a palha no lençol amarelo de terra
Teus olhos, viverão de tua verdade como na serra
É um verde concomitante
De esperança
Espirra
Essas ideias sem dose, sentindo-as como mirra
Atravessa cada encosta
E olhar
Como a sobreposição de ti mesmo na verdade.
Zc - 25 de Setembro de 2009
Sê a tua alma

«As sombras escuras de um sol
Escalfaram torrando o tédio fertilizante
As doses de um sorriso e um abraço mudo que carregas
Vê e sê sempre nas alturas
Formosuras de teu fazer, ali a mostrar a todos
Nunca insignificante a alma que tudo dá, no que faz
Mesmo com obscuridades no vermelho do dia
E mesmo com tamanhas e tão poucas silhuetas de nenhum resultado
Será dado,
Todo e qualquer segundo
Que foste e és a alma tua no teu corpo provisional»
ZC - 19 de Setembro de 2009
Vida a cada minuto
O tempo sobra como as solarengas postas de luz se agarram a cada monte, a cada pele de terra. Gasta-se como os minutos passam por mim desgastando uma vida, várias vidas a todo o volume. Só sabemos que o nosso tempo é mais curto, mas sem saber se é fortuito.
Pedras caem esta semana algures numa praia e nas penumbras humanas pressente-se uma incongruência gritante. Vou refastelar-me ao sol com toda a minha família, só que para todo o sempre. As pedras levaram réstias de vida. O nosso tempo é relativo, a nossa vida é contingente… é tudo como se fosse a página a escrever, mas que a todo o momento será virada e apenas será as costas de mais histórias a contar. Cada dia, cada nosso copo de tempo será uma linha que nos é proporcionada a escrever. Ela ficará bem escrita ou não, mas o mais importante será as raízes que deixaremos ou não. Passamos aqui como almas gigantes nas ruas, nas paisagens, nas casas, no trabalho e isso fica. Fica a poeira nossa em cada palma.
Procuro no tempo a vida, que se me tira a cada esquina de mundo. Me tira e me é dada no que alcança. Só que começo de novo a cada tempo, sempre de novo.
É engraçado, porque a maioria da gente começa sempre do zero mas literalmente. Num momento vives uma aflição, uma alegria mas logo tudo se esquece e no novo tempo, a ilusão encarnace-se e começa-se de novo como se nunca se tivesse magoado rido, etc. Mas têm razão porque cada novo tempo que nos é dado é diferente de todo aquele que passou. È diferente, porque estamos mais velhos, porque está mais frio, mais quente, as pessoa mudaram, a situação alterou-se, o pais é diferente, o emprego é novo. A cada tempo, a cada pano de vida que nos é coberta, é novo, é e será sempre cada segundo que me é dado. E pensamos que este circulo é eterno. Será bom pensar assim? Não será neste modo de pensar que as pessoas são felizes? Nunca encarnarem a sua essência humana de seres vagos e mortais e se embevecerem no cálice da eternidade.
Mas a verdadeira eternidade é sabermos da nossa mortalidade como trave mestra do nosso ser. Aí toda a essência e profundidade do nosso ser será alcançada na nossa forma de ser e estar.
ZC - 01 de Setembro de 2009
Pedras caem esta semana algures numa praia e nas penumbras humanas pressente-se uma incongruência gritante. Vou refastelar-me ao sol com toda a minha família, só que para todo o sempre. As pedras levaram réstias de vida. O nosso tempo é relativo, a nossa vida é contingente… é tudo como se fosse a página a escrever, mas que a todo o momento será virada e apenas será as costas de mais histórias a contar. Cada dia, cada nosso copo de tempo será uma linha que nos é proporcionada a escrever. Ela ficará bem escrita ou não, mas o mais importante será as raízes que deixaremos ou não. Passamos aqui como almas gigantes nas ruas, nas paisagens, nas casas, no trabalho e isso fica. Fica a poeira nossa em cada palma.
Procuro no tempo a vida, que se me tira a cada esquina de mundo. Me tira e me é dada no que alcança. Só que começo de novo a cada tempo, sempre de novo.
É engraçado, porque a maioria da gente começa sempre do zero mas literalmente. Num momento vives uma aflição, uma alegria mas logo tudo se esquece e no novo tempo, a ilusão encarnace-se e começa-se de novo como se nunca se tivesse magoado rido, etc. Mas têm razão porque cada novo tempo que nos é dado é diferente de todo aquele que passou. È diferente, porque estamos mais velhos, porque está mais frio, mais quente, as pessoa mudaram, a situação alterou-se, o pais é diferente, o emprego é novo. A cada tempo, a cada pano de vida que nos é coberta, é novo, é e será sempre cada segundo que me é dado. E pensamos que este circulo é eterno. Será bom pensar assim? Não será neste modo de pensar que as pessoas são felizes? Nunca encarnarem a sua essência humana de seres vagos e mortais e se embevecerem no cálice da eternidade.
Mas a verdadeira eternidade é sabermos da nossa mortalidade como trave mestra do nosso ser. Aí toda a essência e profundidade do nosso ser será alcançada na nossa forma de ser e estar.
ZC - 01 de Setembro de 2009

Está aqui um ar,
será aquele vazar de tudo o que passou?
É uma cor,
Riscada nos cadernos do mais que sentido
É aquela coisa,
Tua,
A cada esfolhar forte de minhas mãos
Minha,
nuns ilhéus pensantes de areia molhada
Vossa,
na brisa caminhante que leva ao sonho
Nossa,
Pela liberdade tocante a cada horizonte
Da vida,
Sobre um luar
Pensamos, fazemos e amamos
E a cada estar nos proporciona uma entrada para amar
Penosa a sobra das luas
Nos encantos de cada redor dos amantes
Como escondido os volumes dos cabelos na claridade do escuro
Embora cada gota do ar que a noite traz
Caia,
Não é a luz da noite que a filma
Porque ela cai, à nossa frente até dos verdes arbustos
Saibrosa a visão inócua
Das ruas gastas de mil vidas jusantes
Apesar de os caminhos serem fonte de ensino
Mas o que se sente é sempre
A chuva fria na pele do momento
O que aflige é incessantemente
O corte da ferida aberta
O que interessa é permanentemente
Aquilo que nos alcança a conveniência
E as invisíveis gotas do orvalho
As utilidades depreciadas dos pentes que nos alinha os cabelos
As sobras das luas e das ruas
As vozes pedagógicas das areias dos caminhos
Ficam a ser as notas da pauta musical da natureza
Que nos canta a sinfonia da vida
Ensinando
Muito, aconselhando tanto.
ZC 10 de Agosto de 2009
Nos encantos de cada redor dos amantes
Como escondido os volumes dos cabelos na claridade do escuro
Embora cada gota do ar que a noite traz
Caia,
Não é a luz da noite que a filma
Porque ela cai, à nossa frente até dos verdes arbustos
Saibrosa a visão inócua
Das ruas gastas de mil vidas jusantes
Apesar de os caminhos serem fonte de ensino
Mas o que se sente é sempre
A chuva fria na pele do momento
O que aflige é incessantemente
O corte da ferida aberta
O que interessa é permanentemente
Aquilo que nos alcança a conveniência
E as invisíveis gotas do orvalho
As utilidades depreciadas dos pentes que nos alinha os cabelos
As sobras das luas e das ruas
As vozes pedagógicas das areias dos caminhos
Ficam a ser as notas da pauta musical da natureza
Que nos canta a sinfonia da vida
Ensinando
Muito, aconselhando tanto.
ZC 10 de Agosto de 2009
As minhas palavras hoje são este som magnifico, que alimenta qualquer espirito. Estou deveras cansado, cansadissimo, issimo parafraseando um grande poeta Fernando Pessoa.
Saboreiem este som, como se de palavras fossem as vozes de bondade no vosso espirito
Apaziguantes saudações cordias.
ZC 08 de Agosto de 2009
Saboreiem este som, como se de palavras fossem as vozes de bondade no vosso espirito
Apaziguantes saudações cordias.
ZC 08 de Agosto de 2009
Paisagens
Estamos a ir para o fim de semana que se quer que seja de descanso e de alivio de uma semana de cansaço. Por vezes andamos ansiosos de como passar o melhor fim de semana. Ir onde? Ali, mas está muita confusão. Acolá, mas ainda fiquei mais stressado pelo barulho.
Fico a pensar por vezes que essa ansia é pior. Porque não começar, por não pensar em nada de malefico, deixar a mente descontrair e olhar à volta. Ver as arvores, os passaros, a montanho, o campo de relva a vender esperança. Começa aqui, começa dentro de nós a calma e os fim de semanas descansados.
Aqui fica um pequeno trecho do que escrevi quando fazia esse mesmo exercicio, e de um flash da minha visão de um desses momentos, encostados a um rio.

«As paisagens boémias
Alimentam-me do país que é o meu mundo
Trauteando pedaços de austrálias
Como o ar respirando o amarelo das nobres vestes loucas
O sol espalha-se como latas de tinta
Vermelho, azul, branco… que é tanto mais que a tela do meu positivo
Estivo, saboreando as peles de relva
Agarradas a cada naco de terra nunca querendo morrer
A ter, pelo que abraço
No meu regaço as águas de um rio»
Fico a pensar por vezes que essa ansia é pior. Porque não começar, por não pensar em nada de malefico, deixar a mente descontrair e olhar à volta. Ver as arvores, os passaros, a montanho, o campo de relva a vender esperança. Começa aqui, começa dentro de nós a calma e os fim de semanas descansados.
Aqui fica um pequeno trecho do que escrevi quando fazia esse mesmo exercicio, e de um flash da minha visão de um desses momentos, encostados a um rio.

«As paisagens boémias
Alimentam-me do país que é o meu mundo
Trauteando pedaços de austrálias
Como o ar respirando o amarelo das nobres vestes loucas
O sol espalha-se como latas de tinta
Vermelho, azul, branco… que é tanto mais que a tela do meu positivo
Estivo, saboreando as peles de relva
Agarradas a cada naco de terra nunca querendo morrer
A ter, pelo que abraço
No meu regaço as águas de um rio»
O que fica em cada segundo nosso?
Conduzo meio escuso, pela estrada. A cada retalho de terra pouso aqui e ali, memorando tudo menos aquilo que vejo. Não sou o único nesta rua, que parece infinita mas tem fim como um começo. Uma curva, uma subida, descida e mais uma acelerada no motor ruidoso do carro. Somos tantos e tão poucos… muitos a voar e pousar como eu vou neste grão de tempo da vida. Olhando a estrada, muitos vão de encontro à felicidade e outros à sua morte. Mas quem não caminha para a morte? Todos, uns mais rápido do que outros…
E muitas vezes nem vemos a estrada, nem ruas, nem paisagens, mas apenas aquela dor que nos aflige e a alegria que nos transborda. A inconsciência é um pouco assim, que está nas mais comuns das nossas acções.
Vou, já passei mais 2quilómetros e nem me lembro de ter passado ali. Porque tudo o que eu era, foi aquilo que eu pensava. Mas que muito pensava.
Além dos quilómetros vai o tempo como o vento. Ele gasta-se e são menos estes segundos da vida.
O que fica?
O que somos em cada segundo?
O que deixamos?
Deixem as vossas respostas...
Apaziguantes saudações cordiais. ZC-18 de Julho de 2009
E muitas vezes nem vemos a estrada, nem ruas, nem paisagens, mas apenas aquela dor que nos aflige e a alegria que nos transborda. A inconsciência é um pouco assim, que está nas mais comuns das nossas acções.
Vou, já passei mais 2quilómetros e nem me lembro de ter passado ali. Porque tudo o que eu era, foi aquilo que eu pensava. Mas que muito pensava.
Além dos quilómetros vai o tempo como o vento. Ele gasta-se e são menos estes segundos da vida.
O que fica?
O que somos em cada segundo?
O que deixamos?
Deixem as vossas respostas...
Apaziguantes saudações cordiais. ZC-18 de Julho de 2009
Um som da Paz
Uma magnifica musica, com um fantástico video que diz muitissimo.. Quero que entoe paz, e bebam esta musicalidade com as letras que a seguir coloco. Às vezes
é preciso este momentos em que saboreamos tranquilidade, em que nos encontramos com nós proprios.
Isto é como um encontro, mas que a pessoa que nos vamos encontrar somos nós próprios. É preciso fazê-lo e aqui fica uma sugestão para que isso aconteça.
O texto diz para nos agarrarmos, que acaba por ter algum sincronismo com aquilo que visualizas no video, e dá uma inspiração para nos agarrarmos à vida e aquilo que de belo ela tem.
Para ti especialmente vai tudo e as palavras ao som da musica. Agarra-te sempre aos teus sonhos, e aquilo que és.
Ouçam, leiam, mimem-se e dêm voz ao que vos vai aí dentro.
Agarra-te,
Agarra-te muito aos segundos
E deixa que as tuas belezas fecundem
Agarra-te aos teus sentidos
Que até o sol se espraia perante as nuvens
Deixa o sol de teus olhos me inundem de tranquilidade
Agarra-te à tua bondade
Embevecida nas raízes das flores do teu coração
Agarra-te à tua sensibilidade
Torneada pelo teu sorriso
Até nas vestes de teus cabelos
Agarra-te à fé
Que nos diz que cada ser é um tesouro de Deus
Agarra-te a ti
Que és linda (o), no teu enorme interior
Repleto de teu jeito de lua elegante
Agarra-te aos que gostas
Que precisam de ti, como daquilo que somos.
Agarra-te
Agarra-te muito, que muitos por do sol
Virão para que tu escreves ainda muitas páginas na tua vida.
Apaziguantes saudações cordiais
ZC- 10 de Julho 2009
é preciso este momentos em que saboreamos tranquilidade, em que nos encontramos com nós proprios.
Isto é como um encontro, mas que a pessoa que nos vamos encontrar somos nós próprios. É preciso fazê-lo e aqui fica uma sugestão para que isso aconteça.
O texto diz para nos agarrarmos, que acaba por ter algum sincronismo com aquilo que visualizas no video, e dá uma inspiração para nos agarrarmos à vida e aquilo que de belo ela tem.
Para ti especialmente vai tudo e as palavras ao som da musica. Agarra-te sempre aos teus sonhos, e aquilo que és.
Ouçam, leiam, mimem-se e dêm voz ao que vos vai aí dentro.
Agarra-te,
Agarra-te muito aos segundos
E deixa que as tuas belezas fecundem
Agarra-te aos teus sentidos
Que até o sol se espraia perante as nuvens
Deixa o sol de teus olhos me inundem de tranquilidade
Agarra-te à tua bondade
Embevecida nas raízes das flores do teu coração
Agarra-te à tua sensibilidade
Torneada pelo teu sorriso
Até nas vestes de teus cabelos
Agarra-te à fé
Que nos diz que cada ser é um tesouro de Deus
Agarra-te a ti
Que és linda (o), no teu enorme interior
Repleto de teu jeito de lua elegante
Agarra-te aos que gostas
Que precisam de ti, como daquilo que somos.
Agarra-te
Agarra-te muito, que muitos por do sol
Virão para que tu escreves ainda muitas páginas na tua vida.
Apaziguantes saudações cordiais
ZC- 10 de Julho 2009
Flores Escritas
O que será que reflecte estas palavras em vossas mentes? Uma tela responderá muito ao que aqui se expõe. Na exposição da minha querida irmã e enorme artista cheia de talento (Flora Cruz) no Posto de Turismo de Viana do Castelo. Muitas telas, inumeras flores, verdejantes sonhos e mil ilusões espraiam-se em cada milimetro de suas viagens coloridas de suas pinturas... E com um pequeno perfume e mimo que são os textos só para que fomente o seu extraordinário trabalho.
Não percam de ir ver. Aqui fica um dos textos, e deixo o azul para vos dar muita tranquilidade.
«Que sonho fazes,
Fluindo essa magia colorida nas hostes de um poeta
Esses riscos poentes pintados
[e sobrados de toda a nossa cor interior]
Que alegria atiças,
Projectando sorrisos límpidos com os teus círculos
[que é a nossa vida, vai dar ao mesmo sitio]
Que elegância acaricias,
Essas folhas delgadas irradiando a minha efemeridade
Muito moldadas na minha subjectividade
Que me agarro ao caule teu
De uma amizade até ao palácio do amor
É azul o teu fundo
Como se retracta o teu mundo
Num mar, sobre as algas da simplicidade
[que então aqui se liga, mas começou quando nasci].»
Não percam de ir ver. Aqui fica um dos textos, e deixo o azul para vos dar muita tranquilidade.
«Que sonho fazes,
Fluindo essa magia colorida nas hostes de um poeta
Esses riscos poentes pintados
[e sobrados de toda a nossa cor interior]
Que alegria atiças,
Projectando sorrisos límpidos com os teus círculos
[que é a nossa vida, vai dar ao mesmo sitio]
Que elegância acaricias,
Essas folhas delgadas irradiando a minha efemeridade
Muito moldadas na minha subjectividade
Que me agarro ao caule teu
De uma amizade até ao palácio do amor
É azul o teu fundo
Como se retracta o teu mundo
Num mar, sobre as algas da simplicidade
[que então aqui se liga, mas começou quando nasci].»
ZC - 04-07-2009
Simplicidade
Vou publicar novamente este texto, sobre a simplicidade por ser o ultimo que publiquei no anterior e porque gosto muito do tema. Algo que tento sempre fomentar na minha humilde personalidade.
Deixo um repto a quem o ler, a deixar-me aqui a sua simplicidade. Seja através de uma frase, um pensamento, uma simples palavra, etc. O que deixarem, que reflicta o lado simples vosso.
A minha simplicidade em foto. «A sombra é o espelho visivel da nossa simplicidade.»

«Dá-se mais o nome de simples às coisas, como um adjectivo de que como uma faculdade real de o ser. Ser simples não é mais de que ser a razão de que somos um ser enorme dentro e que na aparência é o menos. O simples reborda uma beleza inata, incorre uma límpida água no nosso jeito. Talvez seja uma filosofia ainda não estudada, um jeito, uma forma de estar e de ser. Mas que por ser simples ninguém deu qualquer importância à simplicidade. Deve ser por ser simples… Pois o simples às vezes è discreto e o discreto leva ao esquecimento. Pela sobreposição do aparatoso. O mundo, a vida que nós fazemos é um pouco assim.
Mas que felicidade é ser simples. Quando não o sou pareço alguém agarrado a um ninguém… e que insegurança enorme ver o nada e agarra-lo! É possível constar a simplicidade como uma mais valia, um tesouro que é bom ter.
Mas porventura não a provei totalmente, e aspiro-o incessantemente. Na minha escrita, na minha vida, nos meus dias e horas da noite. Penso que será uma genialidade fecundá-lo no nosso espírito, como sendo um acessório da nossa personalidade. Tudo é a claridade através da verdade, que é o sobejo constante da simplicidade, mas que se complementa no todo. Pois é através da experiência, que traz a aprendizagem e por si só, eleva-nos à simplicidade. Esse retrato de se querer saber sempre aliado à experiência eleva-nos para esse estado efemeramente simples.
Junta-se vontade enorme ao carácter e experimenta-se o comportamento na base do simples. O mais nobre que tivermos em nós… aquilo mesmo que está na nossa base. Seremos completamente nós e honraremos a nossa estadia neste mundo.
Esta nossa actualidade, não nos deixa ser simples. Ou melhor, puxa-nos como uma sucção para não o sermos. O consumo desenfreado, a busca do desejo e do prazer como matrizes de felicidade, a luta enorme para a satisfação do vago mas que se acredita profundamente que é a universalidade. Tudo a arrastar-nos para esse íman… revendo-nos constantemente no complexo. Uma complexidade na forma de sentir, de viver, de amar, de estar. Ficará tudo em redor do que se conseguirá obter e fixar nessas tabelas de riquezas. Ficamos todos irrequietos, duros e por vezes frustrados. O elementar amar e ajudar retrai-se.
Porventura será mesmo uma filosofia tentar explicar a simplicidade neste contexto da nossa vida. Para esta mesma palavra existe muitas contendas de explicação do que será e de como esplanar. Concordo e destalho-o segundo a segundo, sorrindo e viajando tanto dentro de mim, como toda a brisa de um Outono, ou um sol de uma primavera, e de um cantar desenfreado de um pássaro.
Será sempre bom pensar no sentido de a simplicidade levar-nos à nossa verdade e consumi-la libertinamente. Mas para isso é preciso pensar, reflectir e abrir o olhar no sentido interno. Naquele sentido para dentro de nós. É difícil? É tentar, é simples… muito simples fazê-lo! E aí começa a simplicidade.»
Mas que felicidade é ser simples. Quando não o sou pareço alguém agarrado a um ninguém… e que insegurança enorme ver o nada e agarra-lo! É possível constar a simplicidade como uma mais valia, um tesouro que é bom ter.
Mas porventura não a provei totalmente, e aspiro-o incessantemente. Na minha escrita, na minha vida, nos meus dias e horas da noite. Penso que será uma genialidade fecundá-lo no nosso espírito, como sendo um acessório da nossa personalidade. Tudo é a claridade através da verdade, que é o sobejo constante da simplicidade, mas que se complementa no todo. Pois é através da experiência, que traz a aprendizagem e por si só, eleva-nos à simplicidade. Esse retrato de se querer saber sempre aliado à experiência eleva-nos para esse estado efemeramente simples.
Junta-se vontade enorme ao carácter e experimenta-se o comportamento na base do simples. O mais nobre que tivermos em nós… aquilo mesmo que está na nossa base. Seremos completamente nós e honraremos a nossa estadia neste mundo.
Esta nossa actualidade, não nos deixa ser simples. Ou melhor, puxa-nos como uma sucção para não o sermos. O consumo desenfreado, a busca do desejo e do prazer como matrizes de felicidade, a luta enorme para a satisfação do vago mas que se acredita profundamente que é a universalidade. Tudo a arrastar-nos para esse íman… revendo-nos constantemente no complexo. Uma complexidade na forma de sentir, de viver, de amar, de estar. Ficará tudo em redor do que se conseguirá obter e fixar nessas tabelas de riquezas. Ficamos todos irrequietos, duros e por vezes frustrados. O elementar amar e ajudar retrai-se.
Porventura será mesmo uma filosofia tentar explicar a simplicidade neste contexto da nossa vida. Para esta mesma palavra existe muitas contendas de explicação do que será e de como esplanar. Concordo e destalho-o segundo a segundo, sorrindo e viajando tanto dentro de mim, como toda a brisa de um Outono, ou um sol de uma primavera, e de um cantar desenfreado de um pássaro.
Será sempre bom pensar no sentido de a simplicidade levar-nos à nossa verdade e consumi-la libertinamente. Mas para isso é preciso pensar, reflectir e abrir o olhar no sentido interno. Naquele sentido para dentro de nós. É difícil? É tentar, é simples… muito simples fazê-lo! E aí começa a simplicidade.»
Apaziguantes saudações cordiais
ZC - 30 de Junho 2009
Benvindos

Resolvi criar este novo blog, que vem no seguimento do anterior mas que se torna diferente e talvez mais completo. Conterá imagens, publicação mais frequente e outras coisas mais que surgir.
No entanto, continuará a ser um reflexo da minha grande paixão que é escrever, assim como partilhar um pouco das minhas ideias e do que me vai na alma.
Acaba por ser das maiores riquezas que podemos ter, que é o facto de termos a nossa voz, o nosso meio de expressão e de liberdade em que podemos voar sem mais não.
No entanto, continuará a ser um reflexo da minha grande paixão que é escrever, assim como partilhar um pouco das minhas ideias e do que me vai na alma.
Acaba por ser das maiores riquezas que podemos ter, que é o facto de termos a nossa voz, o nosso meio de expressão e de liberdade em que podemos voar sem mais não.
«A pensar e a escrever» é o estado do meu simples estado complexo.
E é «A pensar e a escrever», porque cada letra aqui transcrita ameniza o fluxo de pensamentos que me vão surgindo, tornando-os excertos cheios de palavras. É uma página pintada de letras daquilo que surge no ser humano e que o torna único: os pensamentos.
Estas pegadas de meus passos, são como cada palavra que aqui transcrevo porque faz parte do meu caminho, do meu mar que é esta imensa escrita cheia de pensar. Todas as fotos aqui publicadas serão da minha autoria, como esta aqui (são também as pegadas dos meus próprios pés).
Espero que gostem e que participem.
Pensando e escrevendo vou desenhando a minha estadia neste mundo através daquilo que se me foi destinado.
Apaziguantes saudações cordiais.
Espero que gostem e que participem.
Pensando e escrevendo vou desenhando a minha estadia neste mundo através daquilo que se me foi destinado.
Apaziguantes saudações cordiais.
ZC - 27 de Junho de 2009
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