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«Sempre a soprar
A voar que nem mosquitos livres e tão livres na imensidão do poente
Muito quente,
Sempre viajando por planícies de um mar que tem todo a mesma água
Que sopro, são os pensamentos como leves folhas escritas pelo salitre desta aurora
Outrora e sempre nos guiaremos pelas inconsequências
Do acto nobre e complexo de a inconsciência humana
Por vezes insana
Se levando para uma comporta pesada e barulhenta do mal
Muito descomunal
Se importada para o padrão de paraíso que é o bem.»
Apaziguantes suadações cordiais
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