
«As sombras escuras de um sol
Escalfaram torrando o tédio fertilizante
As doses de um sorriso e um abraço mudo que carregas
Vê e sê sempre nas alturas
Formosuras de teu fazer, ali a mostrar a todos
Nunca insignificante a alma que tudo dá, no que faz
Mesmo com obscuridades no vermelho do dia
E mesmo com tamanhas e tão poucas silhuetas de nenhum resultado
Será dado,
Todo e qualquer segundo
Que foste e és a alma tua no teu corpo provisional»
ZC - 19 de Setembro de 2009
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