Fico a pensar por vezes que essa ansia é pior. Porque não começar, por não pensar em nada de malefico, deixar a mente descontrair e olhar à volta. Ver as arvores, os passaros, a montanho, o campo de relva a vender esperança. Começa aqui, começa dentro de nós a calma e os fim de semanas descansados.
Aqui fica um pequeno trecho do que escrevi quando fazia esse mesmo exercicio, e de um flash da minha visão de um desses momentos, encostados a um rio.

«As paisagens boémias
Alimentam-me do país que é o meu mundo
Trauteando pedaços de austrálias
Como o ar respirando o amarelo das nobres vestes loucas
O sol espalha-se como latas de tinta
Vermelho, azul, branco… que é tanto mais que a tela do meu positivo
Estivo, saboreando as peles de relva
Agarradas a cada naco de terra nunca querendo morrer
A ter, pelo que abraço
No meu regaço as águas de um rio»
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