Hoje o tempo vem das folhas
que caem nos colchões da alma
Como quem já viveu
esta meia claridade do dia
entremeada de esboços de esperança
comprometido pelo alcançe das folhas
não abandono a árvore despida
não posso arredar pé de quem
nasceu para nunca sair
Nada faço com isso
mas o coração dita-nos
mesmo que enchamos o caderno cheio de erros.
ZC-12/10/2013
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