há uma vertigem, vestida de mocidade
quando sinto todas as notas soltas do que ouço
salto além, na proa dessas palavras
expirando e suspirando além naquela idade
como nas costas
levo o vento de outrora
e no rosto a esperança na aurora
novamente replica a adrenalina
conforme o que olho
e quase paro avariado numa oficina
com tanto papel que se esbate no parabrisas
só fico cá dentro distraído
com tamanho carrocel de aventuras sentidas
Lá fica o papel de papiro
branco e invisível,
como muitos meus dias.
ZC-14/01/2013
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