Aqui e sobre aqueles verdes
os rostos pálidos raspam o ar com polir
Sensabor o silêncio derrota
a experiência de pouco rir
ali e pelos caules do centeio
as mãos abraçam o olhos com o sol
Contrai as pupilas no peito do querer
e vai sem mais do que viver
Cobre-te acolá onde te dão abrigo
onde as folhas acenam de vida
faz de vestes nessas praias de arbustos
e vai a teu lado contigo
Mascara-te de vigário quando a chuva o pede
pinta-te de camaleão para subir
onde a alma não alcança
E onde o coração busca
com sede de viver a aprender.
ZC-5-1-2013
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