«Escuto-me, numa dor imensa! Tensa quase a forma de respirar os pensamentos... Fico por vezes comigo perdido, e sozinho penso calar tal expressão!
Seguro-me na inércia de nada ser, algures entre a nulidade e a invisibilidade do espirito. Só a alma mantém-se como uma névoa de vento...
Não sei sentir amenamente, fico entre o muito e o bloqueio. Algo que me paralisa os movimentos.
Sou eu que não me valorizo e não me confio a grandeza de ser eu entre milhares de pessoas, não saboreio e desfruto do tesouro que tenho entre as pessoas.
Perante as minhas tempestades, trouxeste-me luz e sol e a minha alma perdida.
Mas por vezes submeto-me às minhas proprias tempestades, como se elas fizessem parte de mim.
O medo de que as tempestades me devastem tudo o que tenho.. só me fazem doer a minha dor ainda mais.»
Mario V. Rafael - 2010
Vive
Ando mesmo cansado e com muito trabalho e nem consigo vir até cá deixar alguns pensamentos. No entanto, tento não andar adormecido do importante da vida. Porque muitas vezes andamos numa correria, que pensamos que ficaremos aqui para sempre.
A musica que deixo aqui hoje, pode parecer um pouco triste, mas reflecte um pouco isto. Acabamos todos por ir embora daqui e passa muito depressa. Por isso, vivam o mais que possam, lutem com o máximo de coragem possivel.
Deixo aqui um pequeno texto que escrevi há umas semanas atrás, que tem a ver esta temática.
A proposito disso, li um livro que será um dos melhores de sempre e me acompanhará sempre: «Às terças com Morrie» de Mitch Albom.
«Voa,
Voa meu pensar que a mim entoa
Leva as asas como uma gaivota
Os sonhos de minha alma devota
Voa,
E sonha mesmo que as águas leves das lágrimas
Venham como adereço
Assim terás,
Pelo menos a lavagem dos males do rosto
E sobrará a experiencia
Como a tua ciência
O teu cunho nas terras, nas arvores, no vento
Ficará sempre
Porque a terra absorve e devolve.»
Apaziguantes saudações cordiais
A musica que deixo aqui hoje, pode parecer um pouco triste, mas reflecte um pouco isto. Acabamos todos por ir embora daqui e passa muito depressa. Por isso, vivam o mais que possam, lutem com o máximo de coragem possivel.
Deixo aqui um pequeno texto que escrevi há umas semanas atrás, que tem a ver esta temática.
A proposito disso, li um livro que será um dos melhores de sempre e me acompanhará sempre: «Às terças com Morrie» de Mitch Albom.
«Voa,
Voa meu pensar que a mim entoa
Leva as asas como uma gaivota
Os sonhos de minha alma devota
Voa,
E sonha mesmo que as águas leves das lágrimas
Venham como adereço
Assim terás,
Pelo menos a lavagem dos males do rosto
E sobrará a experiencia
Como a tua ciência
O teu cunho nas terras, nas arvores, no vento
Ficará sempre
Porque a terra absorve e devolve.»
Apaziguantes saudações cordiais
Subscrever:
Comentários (Atom)