Hoje sem palavras, sem pensamentos, só para ouvir, só para sentir.
Uma paz..
Apaziguantes saudações cordiais
Caminho...

Que redundante caminho, apenas numa vista de tunel!
Apregoado lá nos confina, apenas repararás nos grãos que pisas. Esses são os que te sustentam a caminhada, os que o fazem menos corrente, os que nos assistem nas quedas, os que nos catapultam para o proximo passo.
Qual será o proximo passo?
O mesmo que dei nos ultimos mil? Apenas aquele que muda, que nos faz mais sabedores da estrada, mais cofidentes com as ervas que nos acompanham, mais sobrios do fim da caminhada.
Será o fim, todo aquele que preconizam? Se apenas o que nos resta é dar o passo seguinte... continuar a dar o passo, pensando, alimentado-nos com a lua nua que nos quer no regresso.
Para mim tudo é como um regresso, porque todo o homem haje como se fosse indo para tudo aquilo novo que mais o fascina. E o regresso não é mais que voltar à nossa casa, à nossa condição de ser humano que requer aconchego.
Regressa, pelo teu caminho...não à morte [que é nos está destinado pela acto de nascer], mas regressa à tua vida, em cada passo da tua caminhada [mesmo que numa consciência inconciente e/ou ireflexão reflectida].
Apaziguantes saudações cordiais
ZC - 07 de Outubro de 2009
Somos muito na nossa pequenez
Vou transcrever um texto que já escrevi há bastante tempo. Não é nada de especial, apenas uma pequena mensagem sobre a importância de cada um de nós neste mundo. Somos todos diferentes, e somo muito pequenos neste enorme mundo, mas somos especiais, temos o nosso valor, é só descobrir e ir à descoberta.
«Esta tarde é tão cheia
cheia de tanta coisa, mas só vejo um pouco
porque pouco chega até mim
ou sou eu que não chega aquele tudo.
Sou tão pequeno
no meio deste mundo todo.
De tanta coisa, que sou apenas um milímetro
um milésimo de um grão de areia
quase me resumo a nada,
mas sem mim,
sem esse milésimo de grão
a areia da praia não era igual
E sem todos esses pequenos
esse tudo seria um nada
Por essa pequenez
faz-me sentir alguma coisa
e por vezes muito!»
ZC - 04 de Outubro de 2009
«Esta tarde é tão cheia
cheia de tanta coisa, mas só vejo um pouco
porque pouco chega até mim
ou sou eu que não chega aquele tudo.
Sou tão pequeno
no meio deste mundo todo.
De tanta coisa, que sou apenas um milímetro
um milésimo de um grão de areia
quase me resumo a nada,
mas sem mim,
sem esse milésimo de grão
a areia da praia não era igual
E sem todos esses pequenos
esse tudo seria um nada
Por essa pequenez
faz-me sentir alguma coisa
e por vezes muito!»
ZC - 04 de Outubro de 2009
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